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Miá Mello e Fábio Porchat estreiam ‘Meu Passado me Condena – A Peça’

6th janeiro 2016  ·   0 Comentários

Atores falam sobre seus namoros que não deram certo

Fábio Porchat%3A 'A gente sempre tem um podre. Eu já errei%2C acertei%2C chorei%2C sofri por amor’

Fábio Porchat%3A ‘A gente sempre tem um podre. Eu já errei%2C acertei%2C chorei%2C sofri por amor’

Foto: Divulgação

Rio – Quem não tem um ex que merece ser esquecido para sempre ou uma história bizarra que deveria ser apagada por toda a eternidade? Foi essa sujeirinha guardada embaixo do tapete que fez de ‘Meu Passado Me Condena’ sucesso na TV — em série exibida no canal Multishow — no cinema — com mais de seis milhões de espectadores somando os dois filmes — e agora estreia nos palcos cariocas.

Depois de ficarem um ano e meio em cartaz em São Paulo, Fábio Porchat e Miá Mello desembarcam no Teatro das Artes, nesta sexta-feira, para a temporada da peça, com a missão de divertir o público contando as aventuras do casal que tem o mesmo nome de seus intérpretes e que se apaixona perdidamente, se casa com menos de um mês de namoro e escolhe justamente a noite de núpcias para o primeiro acerto de contas.

“Deus me livre de fazer uma DR em plena lua de mel. Não sou de DR, odeio criar confusão. Não tem nada mais perigoso para um casal do que falar do passado um do outro”, diz Porchat. Miá concorda em gênero, número e grau com o seu parceiro de cena. “Passado, passou. Ainda bem que nunca me relacionei com alguém que ficasse me fazendo perguntas sobre o meu passado. É a maior roubada querer saber do passado do outro. É melhor não perguntar se você não vai aguentar ouvir a resposta”, aconselha a atriz, que divide o mesmo teto com o diretor de vídeo Lucas Melo há quatro anos.

Se há perigo no ar é porque não dá para se orgulhar de tudo o que ficou para trás. “A gente sempre tem um podre. Eu já errei, acertei, chorei, sofri por amor”, recorda Porchat. As experiências de Miá não ficam para trás. “Quem não errou, não amadureceu. A gente precisa passar por poucas e boas para crescer. Me lembro de um cara que eu conheci na Bahia que era, aparentemente, maravilhoso, atleta. Mas quando fui conhecê-lo melhor, em São Paulo, o cara não era nada disso. Saí correndo. Quebrei a cara, mas faz parte”, comenta.

Lidar com as diferenças é outra coisa que faz parte, mas que não costuma ser fácil. Em ‘Meu Passado Me Condena – A Peça’, grande parte do conflito do casal se deve ao fato de Fábio ser infantil e despreocupado enquanto Miá é séria e tensa. “Tem casal que funciona bem com diferenças, mas prefiro alguém que tenha os gostos parecidos com os meus. Para mim, quanto mais afinidades tiver, melhor! É menos desgastante”, acredita Miá. Já para Porchat, não há fórmulas para o amor. “Se tiver que dar certo, pode ser diferente, igual, não importa. No caso do Fábio e da Miá da peça, eles se amam, se completam e eu acho que transam loucamente. Mas sexo só segura a relação por algum tempo. Depois, o que fala mais alto é o amor e o convívio”, observa.

Namorando a produtora do ‘Porta dos Fundos’ Nataly Mega, Porchat não tem dúvidas de que existe a mulher ideal. “É a minha, claro! Sou namorador, no sentido do cara que gosta de namorar. É difícil eu ficar solteiro por muito tempo. Sou caseiro, não sou da balada”, afirma.

Miá Mello%3A 'É a maior roubada querer saber do passado do outro. É melhor não perguntar se você não vai aguentar ouvir a resposta'

Miá Mello%3A ‘É a maior roubada querer saber do passado do outro. É melhor não perguntar se você não vai aguentar ouvir a resposta’

Foto: Divulgação

Levar a vida a dois também faz a cabeça de Miá, que, assim como o casal de ‘Meu Passado Me Condena – A Peça’, quer subir ao altar. “Já me sinto casada, mas que mulher não tem vontade de ser pedida em casamento em Paris, no alto da Torre Eiffel e com violinos tocando? Nunca tive noite de núpcias, mas se for igual à da peça eu saio correndo”, diverte-se.

Porchat com um pé na Record

Fábio Porchat é uma espécie de Midas da nova geração. Como tudo o que toca vira ouro, o ator e humorista, que viu a sua popularidade subir às alturas com o ‘Porta dos Fundos’ e não se cansa de lotar teatros e cinemas pelo país, está na mira da Record. Nos bastidores da emissora, a sua contratação para comandar um programa de entrevistas nas noites de segunda a quinta, no segundo semestre, já é dada como certa. Mas Porchat tenta sair pela tangente quando é questionado sobre o seu futuro na TV. “Houve uma conversa boa, mas não existe contrato assinado. Não há nada definido, ainda tem muita coisa no ar. Mas eu quero ter um programa na TV aberta e a Record pode ser um bom lugar.”

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